Oi! Quer tc? ;)

05 - 05 - 2015

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Sim, o MEQUETREFISMOS.COM nasceu! Apesar de sua gestação de quase 24 meses, nasceu de um parto natural, forte, saudável, maduro e sabendo bastante o que quer.

Me apresentar? Apresentar o projeto? Prefiro deixar que o tempo faça isso. Me limito a dizer que o meu principal objetivo em colocar o “MEQUETREFISMOS no sol”, não é o de tornar o site um “templo do meu ego” (fala da Costanza Pascolato que adotei para mim), mas que seja uma plataforma multi, que dialogue e converse com tudo e todos que compartilhem da mesma essência, valores e da vontade de aprender, ensinar e, acima de tudo, trocar.

Tenho uma lista infindável de nomes que adoraria agradecer. São de pessoas que não só me ajudaram a colocar o MEQUE no ar tecnicamente, mas que também me deram todo o apoio moral e incentivo para que eu cavasse esse espaço no universo “www”. É bem difícil enumerar todas essas pessoas, mas entre elas, destaco a Juliana Boiger, designer e “sócia do sucesso”, que pensou o projeto visual nos mínimos detalhes e no Anthony Sousa, meu “anjo da guarda virtual” e it-programador, que fizeram toda estrutura do site. Também estão nessa lista Eduardo Castelo e todo seu devaneio artístico; Valdecir Rosa, com seu talento e exigência em tornamos melhores diariamente; Gustavo Jácome, em sua sensível e insistente “magia” em captar imagens e ser amigo; Bernardo Aguiar (que agora virou Simões), que me deu aquele “estalo inicial” não sobre o que eu queria, mas, sobretudo, a pensar nos exemplos do que eu NÃO queria; e Carla Lemos (aka Modices), que além de sempre ter me dado voz, foi uma grande apoiadora, mesmo no meio dessa avassaladora blogosfera.

Thaís Pires e Jota Ângelo, não preciso nem falar né?! Queridos colunistas, que desde que apresentei o projeto para eles, sempre depositaram suas respectivas paixões e entusiasmos em fazer parte de tudo isso. Sem dúvidas, me ajudou a seguir em frente e estar “online” o mais rápido que pudesse.

Por último, mas não menos importante, Leci e Getulio, meus pais, que, apesar de ainda terem dificuldades em apertar o botão “power” do laptop, introduziram em mim os principais valores que carrego hoje em dia, me deram asas para eu ser o que quis, inventando um lugar, e a vontade de ser uma agente transformadora do meu meio, com muita humildade e sem nenhum pingo de pretensão.

Para finalizar, resgato os versos de Fernanda Porto, que eu adorava lá nos idos 2002, quando descobri o Drum’n’Bass nacional, mas que se aplica perfeitamente ao que penso, sinto e vejo: “ Eu tô chegando, de costas pro mundo, eu sei. O mundo que vire pra lá, o mundo que gire de novo”. Chegamos mundo!